Política Ambiental dos CTT
2010-05-05
Factos e Números
Sabia que as emissões de CO 2 produzidas por todo o correio recebido no seu domicílio são 4 vezes inferiores às geradas pelo seu computador de secretária doméstico (duas horas de utilização diária) durante o mesmo período de tempo? (dados do projeto GHG Reduction Programme, da PostEurope, auditados pela Ernst & Young e pela PWC);
A pegada carbónica associada a todo o correio recebido em média por habitante/ano em Portugal é equivalente a uma travessia da cidade de Lisboa em automóvel, em hora de ponta;
Os CTT respondem por menos de um milésimo da totalidade das emissões de GEE (Gases de Efeito de Estufa) nacionais. Comparativamente com o valor acrescentado/riqueza criada, o setor tem menos de 1/7 da intensidade carbónica média nacional;
Os carteiros percorrem diariamente a pé o equivalente a cerca 25 viagens de Lisboa a Madrid. Cerca de 1/3 dos circuitos de distribuição de correio são apeados e consequentemente sem quaisquer emissões de CO 2;
Os CTT reduziram, de 2008 para 2009, as suas emissões de CO 2 diretas, provenientes do consumo de combustível da frota e de gás natural nos edifícios, e indiretas, resultantes do consumo de eletricidade, em aproximadamente de 3%, o equivalente à absorção média anual realizado por cerca de 200 ha de floresta mediterrânea (azinheiras ou sobreiros) num ano;
A atividade postal é igualmente pouco intensiva em termos de consumos de água, representando cerca de um milésimo do consumo global nacional;
Cerca de 74% dos resíduos produzidos pelos CTT em 2009 foram valorizados e a taxa de valorização cresceu 33% no último ano. Destes, os resíduos sólidos equiparados a urbanos representam aproximadamente um milésimo do total de resíduos urbanos produzidos a nível nacional;
A área florestal na Europa tem aumentado, crescendo anualmente cerca de 600 mil ha por ano desde 1990 (excluindo a Rússia), equivalentes a 1,5 milhões de campos de futebol. Acresce ainda o facto de o papel utilizado pelo setor postal provir, na sua maioria, de florestas industriais sustentáveis, plantadas para o efeito. Estas áreas desempenham um significativo “efeito de sumidouro”, isto é, capturam CO 2atmosférico;
Nas duas últimas décadas os CTT publicaram 84 emissões filatélicas alusivas à promoção dos valores ambientais e da biodiversidade. Só em 2009 foram produzidas cinco emissões filatélicas, num total de 5,4 milhões de selos que circularam por todo o mundo, alertando para a defesa do planeta;
Nos últimos 5 anos o consumo médio da frota CTT reduziu-se em 13% (atualmente é inferior a 10l/100km). Os CTT têm vindo a investir na renovação da sua frota automóvel, que com 3.2 anos (em média) é das mais modernas a nível nacional.
Os CTT foram os primeiros classificados no Índice ACGE de Responsabilidade Climática 2009 (o mais relevante sistema de rating climático existente em Portugal) e ficaram colocados na quinta posição a nível global no ranking internacional de proficiência carbónica do IPC;