Voluntários dos CTT plantam 1,5 hectares de árvores no Pinhal de Leiria

19 de março, 2019

Os voluntários dos CTT – Correios de Portugal plantaram este sábado, em parceria com a Quercus, 1,5 hectares, sendo que todas as árvores plantadas se localizam no talhão 58 da Mata Nacional de Leiria, no âmbito da campanha “Uma Árvore pela Floresta”.

Os portugueses adquiriram 7.650 kits durante a edição de 2018 desta parceria, que vai já na quinta edição e por cada kit adquirido é plantada uma árvore, que pode ser registada e acompanhada durante cinco anos, mediante o registo no site da iniciativa, em http://umaarvorepelafloresta.quercus.pt/

Pela primeira vez, a compra dos kits – nesta edição um sobreiro e uma azinheira -, também pôde ser feita na loja online, onde foram vendidas perto de 900 unidades, além das vendas em 400 Lojas CTT espalhadas pelo País.

A ação de voluntariado levado a cabo pelos CTT foi também carbonicamente neutra, já que as emissões poluentes da deslocação até ao Pinhal de Leiria foram compensadas com a compra de carbono, com o objetivo de reduzir ao máximo o impacto ambiental negativo.

 Desde o início desta parceria entre os CTT e a Quercus já foram plantadas mais de 80 mil árvores. Esta parceria permite florestar com espécies autóctones diversas Áreas Protegidas e Matas Nacionais do nosso País, em particular as zonas mais afetadas pelos incêndios.

À semelhança das edições anteriores, os kits vendidos são convertidos em árvores de espécies autóctones, que serão plantadas em áreas ardidas e/ou zonas classificadas do território nacional. Este ano, o Pinhal de Leiria, fortemente fustigado pelos incêndios de 2017, foi a localização escolhida.

Através desta parceria com a QUERCUS, os CTT reforçam a sua política de apoio à biodiversidade e de combate às alterações climáticas, expressa através dum portefólio ecológico ou carbonicamente neutro (Correio Verde, DM Eco e Expresso/Encomendas), da aposta na eficiência energética e carbónica, e da expansão da sua frota sustentável, a maior do país no setor de transporte e distribuição, os quais permitiram aos CTT reduzir a sua pegada carbónica em 64% entre 2008 e 2018.