CTT começam a receber cartas para o “Pólo Norte”, “Terra dos Sonhos”, “Terra dos Brinquedos” ou “País do Pai Natal”

2 de dezembro, 2015

Os CTT Correios de Portugal já sentem o espírito mágico do Natal e começaram este mês a receber, de forma espontânea, as cartas ao Pai Natal. Este ano espera-se que cheguem às 170 mil e todas serão respondidas. Estas cartas são as únicas que são aceites sem selo pelos CTT.

Além deste, voltamos a ter um segundo Pai Natal: o Pai Natal Solidário, que vai depositar nalgumas Lojas dos CTT (ver lista mais à frente) de todo o País, bem como na Internet, cartas escritas por crianças desfavorecidas à guarda ou acompanhadas por IPSS, que qualquer pessoa pode apadrinhar, oferecendo o presente pedido por cada uma delas.

Para o primeiro destes Pais Natal dos CTT, os CTT mobilizam sempre uma equipa especial que se dedica a tempo inteiro para garantir que todas as crianças (e alguns graúdos) recebem uma resposta, ajudando todos a manter o sonho do Natal bem vivo. Ajudar o Pai Natal, claro, porque é ele quem escreve as respostas. A estas cartas de respostas os CTT juntarão um pequeno presente simbólico, que não pode saber-se qual é para não estragar a surpresa.

As cartas ao Pai Natal chegam aos CTT destinadas a locais clássicos como o “Pólo Norte” e a “Lapónia”, mas também a lugares de imaginação: a “Nuvem 3 da Rua do Pai Natal”, o “Caminho das Estrelas”, a “Terra dos Brinquedos”, “País do Pai Natal”, a “Terra do Frio” ou (neste caso presumimos que de algumas crianças mais crescidas), o “Pai Natal dos Correios”.

Para as crianças, a carta ao Pai Natal é muitas vezes a primeira que escrevem e até o primeiro contacto que têm com esta forma de comunicação, que é desta forma reservado para um momento muito importante. Este é uma daquelas memórias que para muitas crianças perdurará durante a sua vida de adultos.

Lá dentro, os pedidos são quase sempre os esperados: muitos brinquedos, que vão variando com as modas. De vez em quando pedem um cão ou um gato. E, surpreendentemente, os meninos não gostam de pedir roupa ao Pai Natal. De vez em quando há pedidos mais originais. Em anos anteriores, alguns meninos pediram irmãos, saúde para os avós ou, simplesmente, paz. Nalguns casos, o Pai Natal é forçado a usar os seus (reconhecidos) poderes de interpretação dos desenhos, sobretudo nas cartas dos meninos que ainda não sabem escrever.

O outro Pai Natal, o Pai Natal Solidário, tem por vocação garantir que este sonho de Natal chega a todas as crianças e, nomeadamente, a cerca de duas mil crianças desfavorecidas, à guarda ou acompanhadas por instituições, que merecem, também elas, que os seus pedidos sejam satisfeitos.

Nesse sentido, os CTT pediram a 2300 crianças até 12 anos de 55 instituições de solidariedade, de Norte a Sul do País (o número ainda está a crescer), que escrevessem as suas cartas ao Pai Natal. Estas cartas estão publicadas na Internet em www.painatalsolidario.pt e numa seleção de 30 lojas CTT de Portugal continental e ilhas (Consulte a Lista de Lojas), onde qualquer pessoa pode apadrinhá-las, oferecendo à criança o presente pedido. Basta entregá-lo nos CTT, que o entregarão gratuitamente e mantendo o anonimato das crianças e dos padrinhos. Para proteger as crianças, a identidade delas é mantida confidencial, mesmo dos padrinhos, garantindo os CTT a entrega, gratuita, do presente à criança certa.

Acompanhe esta ação em https://www.facebook.com/opainatal

Os sonhos de Natal destas crianças são iguais aos de todas as crianças, que se dirigem ao Pai Natal com muitos desenhos e alguns pedidos escritos, sobretudo de brinquedos.

A lista das instituições apoiadas por este projeto, bem como a lista das lojas dos CTT que têm cartas para apadrinhamento, pode ser encontrada em: